22/02/2019 Undime RN

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Escola da Terra forma professores potiguares

A secretária municipal de Educação de Boa Saúde Francineide Silveira participou nessa última quinta-feira, 21, em Natal, do encerramento do Curso de Aperfeiçoamento Escola da Terra, representando na mesa a seccional da Undime no Rio Grande do Norte.  Estiveram presentes, ainda, a secretária adjunta de Estado da Educação e da Cultura Márcia Gurgel, como também a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângela Paiva.

O curso tem o objetivo de promover o aperfeiçoamento do ensino, com foco na realidade local, nas zonas rurais do país. No Rio Grande do Norte, 188 professores finalizaram o curso de formação continuada, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e com a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (SEEC/RN).

Para Josélia Cardoso, professora do município de Santa Cruz há 31 anos, o programa a ajudou no aprimoramento, bem como inovação da prática pedagógica, pois trabalha mais a realidade do aluno na região.

“O que mais me chamou a atenção foi o aprendizado sobre agroecologia. Isso será muito importante para nossa comunidade. Espero que outras edições aconteçam e que sejamos contemplados”, afirmou a professora. A iniciativa está em sua terceira edição no Rio Grande do Norte e já contemplou 638 professores de escolas do campo no estado.

Formação

A Escola da Terra é um programa do Ministério da Educação para a formação continuada de professores em serviço em escolas do campo. Todas as atividades formativas são realizadas por universidades públicas, mediante adesão. Em 2013, o MEC selecionou sete universidades federais para participar de um projeto-piloto da Escola da Terra, em quatro das cinco regiões do país, com 7,5 mil vagas: universidades federais do Amazonas (Ufam), da Bahia (UFBA), do Pará (UFPA), de Pernambuco (UFPE), do Rio Grande do Sul (UFRGS), de Minas Gerais (UFMG) e do Maranhão (UFMA). 

Entre os principais objetivos do programa estão a melhoria das condições de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes do campo e quilombolas em suas comunidades, por meio do apoio à formação de professores que atuam nas turmas dos anos iniciais do ensino fundamental. A intenção é fortalecer a escola, compostas por estudantes de variadas idades, como espaço de vivência social e cultural.

Fonte: MEC/SEEC/UNDIME  Foto: Márlio Forte

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